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porWagner Castelo

O que é o backup corporativo:

Backup corporativo é a maneira profissional e adequada na qual que a empresa deve armazenar as suas preciosas informações, mas não armazenar de um modo “comum” adotado por uma grande gama de instituições, o backup corporativo exige especialidade no assunto, entendimento do funcionamento de ao menos uma das inúmeras ferramentas profissionais para a realização do mesmo, onde estão em evidência a capacidade de gerenciamento e precisão na tomada de decisões das para criar as melhores rotinas em diferentes ambientes.

Em tecnologia, é comum que ao se questionar uma parte considerável das empresas sobre o modo no qual elas mantêm os seus dados e como garantem a integridade dos mesmos obtemos normalmente a seguinte resposta: “temos uma rotina rodando”.

Ao se deparar com o cenário e a realidade dessa rotina vemos, scripts fazendo os backups, onde irão existir limitações sobre inúmeras funcionalidades, envios de dados para mídias nada confiáveis muito menos recomendadas, onde a execução é realizada em equipamentos sem a menor capacidade para auditar essas rotinas, comparar e avaliar esses dados.  A maioria acredita que ao falar sobre equipamentos capacitados, eu me refiro a superes computadores, com altíssimo poder de processamento e um custeio nem sempre viável  para realidade de boa para das empresas, NEGATIVO( Em um post mais a frente irei falar sobre a diferença entre máquinas “SIMPLES”  nas mãos de um SUPER admin e SUPERES máquinas, nas mãos de um SIMPLES admin ).  Mas voltando a rotina, eu me questiono:

“Será que realmente essas empresas, têm noção do real valor de suas informações?”

O valor da informação para muitos é imensurável e na maioria das vezes, pode custar o preço em perder o seu precioso negócio. É sempre interessante avaliar e ponderar, onde estão às redundâncias, as políticas de recuperação de desastres e a pluralidade de recursos para a resolução de incontáveis tipos de danos.

O mais importante nem sempre é fazer o “backup” e sim, de que modo, como, para onde, do quê e com qual frequência esses backups serão realizados,  sendo esses apenas alguns pontos de questionamento que devem estar no topo da pirâmide onde estão as pautas mais importantes para o seu negócio.

A partir de agora, veja o backup corporativo com um sócio majoritário de sua empresa, algo que não pode ser negligenciado, nem posto nas mãos de quem não tem especialidade no assunto, afinal de contas, o backup é o seu último recurso, a sua última linha de defesa para proteger a essência de sua empresa.

porAndré Teixeira

Qual o maior obstáculo para as mulheres na área de tecnologia?

São Paulo – A área de tecnologia é apontada como uma das mais promissoras e que mais crescem atualmente, novas vagas são abertas constantemente, com alta demanda de profissionais qualificados que são escassos no mercado.

No entanto, o setor ainda sofre com grande disparidade entre gêneros. Em processos seletivos conduzidos pelo Page Group nos últimos dois anos, a cada 10 entrevistas realizadas para a área de TI, apenas três profissionais eram mulheres.

 O problema ficou evidente no levantamento feito pela Michael Page, empresa do Page Group de recrutamento especializado de profissionais de média e alta gerência, com 1.745 profissionais da área e análise do currículo de cerca de 17 mil outros profissionais de diversas empresas e setores.

O objetivo era mapear o mercado de tecnologia da informação. E a desigualdade ficou explícita na pesquisa: dos respondentes, apenas 12% são do gênero feminino.

Ao avaliar se existe discriminação no segmento, 85% delas acreditam que sim. E os homens concordam: para 62% dos entrevistados, há discriminação no setor de tecnologia.

Para João Paulo Kluppel, gerente executivo da Michael Page, ao observar os resultados do levantamento, é preciso dar um passo para trás e procurar uma análise mais profunda do problema.

“O primeiro diagnóstico é uma aparente discriminação. No entanto, vale uma leitura desde a formação acadêmica e do início de carreira na área. Existe um número muito menor de mulheres em cursos de engenharia ou ciência da computação”, diz ele.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de computação, apenas 15% das matrículas nos cursos de Ciência da Computação e de Engenharia são feitas por mulheres e apenas 17% são programadoras no Brasil.

A solução está na capacitação de mulheres para entrar no mercado e algumas iniciativas já surgiram nessa frente. Entre elas, o curso gratuito do {reprograma}ensina programação para mulheres cisgênero e transgênero.

Segundo Mariel Reyes, cofundadora e CEO do {reprograma}, a própria minoria de mulheres nas turmas de universidades e no ambiente de trabalho torna a entrada na área é mais hostil.

“Muitas desistem da graduação por serem as únicas mulheres dentro da turma. Temos o machismo típico na área, onde homens falam que elas não vão conseguir acompanhar por serem mulheres. Temos que mudar o mindset das mulheres, de forma que elas consigam se perceber como pessoas que podem contribuir para o setor. E também é preciso mudar a percepção dentro do setor sobre elas, dos homens dentro das empresas”, explica ela.

Com a rápida transformação da área de tecnologia dentro das empresas, também surge um problema no recrutamento de novos talentos. Segundo o gerente executivo da Michael Page, a área deixou de ser vista apenas como um suporte de outras atividades nas empresas.

“Quando vamos analisar alguns setores como serviços, saúde, varejo, educação, e até com o surgimento das fintechs, a tecnologia se tornou o centro das empresas. Ela é crucial e estratégica, por isso vai exigir alta qualificação”, diz ele.

E a área de recursos humanos das empresas nem sempre está preparada para buscar o novo perfil de funcionários que é demandado. Segundo Kluppel, a falta de preparo pode prejudicar a todos, mas resulta na maior contratação de homens.

“Quando existe uma demanda urgente, imediatamente a área de RH recorre a frentes mais fáceis de busca e contratação. O que significa que ela irá olhar para um pool de executivos da área que já tem maioria masculina”, explica.

A presidente do {reprograma} concorda que existe um viés na contratação de homens pela familiaridade, e a linguagem das descrições de vagas evidenciam isso. “Muitas vagas têm linguagem masculina e a percepção da mulher é de que a vaga não é para ela”, diz.

No curso, além de aprender as diferentes linguagens para programação front-end e back-end, é trabalhado com as alunas habilidades para competir por vagas no mercado. Elas são instruídas na melhor forma de se apresentar para o recrutador, como negociar e também melhorar sua autoestima.

“Existe um dado que fala que uma mulher só se apresenta para uma vaga quando tem 90% dos requisitos, enquanto o homem tenta vagas com bem menos. Elas não gostam de risco também. Trabalhamos para mudar a autoestima para elas buscarem as vagas”, comenta Reyes.

A área ainda está crescendo e o gerente da Michael Page observa uma tendência das empresas para o aumento da importância da tecnologia dentro dos negócios. Ao mesmo tempo, Kluppel diz que a maior necessidade é alcançar os melhores candidatos. “Quem não fizer investimentos na área, corre o risco de ficar para trás. É preciso ter tudo estruturado e das melhores pessoas”, diz.

Para as mulheres interessadas em programação, iniciativas como o {reprograma}estão surgindo e se fortalecendo. Em breve, a instituição terá um modelo de ensino à distância e Mariel Reyes espera ver grande parte das formadas inseridas no mercado.

“Até hoje, formamos 120 mulheres programadoras. Até o final do ano, serão mais 65. Na última turma, fizemos a aposta que nos primeiros 90 dias, pelo menos 75% delas estariam empregadas. Nos primeiros três meses, 83% estavam trabalhando como desenvolvedoras”, fala.

CARREIRA – VOCÊ S/A

Por Luísa Granato

 

poradministrator

O que é Ransomware?

O ransomware é um tipo de malware que sequestra o computador da vítima e cobra um valor em dinheiro pelo resgate, geralmente usando a moeda virtual bitcoin, que torna quase impossível rastrear o criminoso que pode vir a receber o valor. Este tipo de “vírus sequestrador” age codificando os dados do sistema operacional de forma com que o usuário não tenham mais acesso.

Uma vez que algum arquivo do Windows esteja infectado, o malware codificará os dados do usuário, em segundo plano, sem que ninguém perceba. Quando tudo estiver pronto, emitirá um pop-up avisando que o PC está bloqueado e que o usuário não poderá mais usá-lo, a menos que pague o valor exigido para obter a chave que dá acesso novamente aos seus dados.

Como os criminosos instalam o ransomware?

A difícil detecção de um ransomware e seus disfarces são os fatores que o tornam tão perigoso. A praga pode infectar o seu PC de diversas maneiras, através de sites maliciosos, links suspeitos por e-mail, ou instalação de apps vulneráveis. O ransomware também pode aparecer também em links enviados por redes sociais, meio muito utilizado para espalhar vírus atualmente.

Em janeiro de 2016, foi descoberto um ransomware brasileiro que emite um janela parecida com um pedido de atualização do Adobe Flash Player. Quando o usuário clica no link para atualizar, o malware infecta a máquina e em pouco tempo sequestra os dados da vítima.

A descoberta foi feita pelo Kaspersky Lab, que também divulgou o valor da extorsão dos criminosos, cerca de R$ 2 mil em bitcoin.

Qual o mais perigoso?

Em março deste ano, o FBI emitiu um alerta preocupado com o ransomware MSIL/Samas, sendo este um dos mais perigosos atualmente, pois ele não infecta computadores individualmente, mas sim redes inteiras. Segundo informações da agencia de notícias Reuters, o grupo responsável pelo ataque usa um programa de segurança disponível ao público para verificar se há versões vulneráveis do software JBoss, para em seguida iniciar o ataque.

De acordo com a Cisco, o autor do malware inicialmente estaria pedindo 1 bitcoin para liberar cada máquina infectada da rede, mas que esse valor subiu algumas vezes para testar o quanto as vítimas estariam dispostas a pagar pelo resgate. Pela cotação atual, 1 bitcoin equivale a R$ 1.915,00.

WannaCrypt: alguém já pagou bitcoins para ter de voltar arquivos bloqueados por ransomware? Comente no Fórum do TechTudo.

Como se prevenir?

Microsoft tem em seu site uma página toda dedicada ao Ransomware e como se prevenir desta praga. Ter o Firewall do Windows sempre ativado e os programas sempre atualizados são os primeiros passos para uma boa proteção. A empresa recomenda que a atualização automática esteja ligada.

Os usuários do Windows 7 ou Windows Vista, devem verificar se o antivírus Microsoft Security Essentials está instalado e atualizado. Para o usuários do Windows 8 e Windows 10, o Microsoft Windows Defender faz este trabalho. Caso queira, pode optar por outro antivírus de outras empresas de sua preferência, contanto que esse seja confiável e tenha boa reputação.

Os melhores antivírus grátis para Windows

A preocupação com este tipo de malware é tão grande que algumas empresas de TI estão desenvolvendo soluções específicas. É o caso do Bitdefender Anti-Ransomware, um pequeno software que permanece ativo em segundo plano monitorando o sistema operacional. O programa age preventivamente e informa ao usuário se alguma tentativa de invasão ocorrer. Outro produto disponível no mercado é o Malwarebytes Anti-Ransomware.

Como eliminar um ransomware?

Uma vez que o computador esteja bloqueado, é muito difícil a remoção do ransomware, pelo fato que o usuário não consegue sequer acessar seu o sistema. Por isso, toda ação preventiva é válida. O melhor caminho é manter o antivírus sempre atualizado e programá-lo para fazer buscas regulares no sistema atrás desses vírus, para que ele seja detectado antes que ativado.

É fundamental ter sempre backup atualizado de suas informações e arquivos, caso precise formatar totalmente o computador infectado, para não perder nenhum arquivo importante. No mais, vale as mesmas dicas para todo tipo de vírus, não clique em links de SPAM do e-mail, desconfie sempre dos vídeos ou links suspeitos supostamente enviados por um amigo no Facebook. Se não for do perfil da pessoa enviar este tipo de conteúdo, verifique com ele no chat antes de clicar. Não baixe torrents suspeitos e só instale programas de sites confiáveis.

Via: ReutersMicrosoft e Trend Micro

poradministrator

Mineradores de criptomoedas infectam 5 milhões de pessoas em 2018

 

Estudo da Kaspersky mostra que infecções dobraram em um ano; em dispositivos móveis, o número quintuplicou.

A grande ameaça do ano de 2018 para computadores e celulares tem nome: são as criptomoedas. A empresa de segurança Kaspersky revelou que foram registrados mais de 5 milhões de infecções com mineradores de criptomoedas, que usam o poder de processamento dos dispositivos infectados para gerar dinheiro para o cibercriminoso.

A empresa nota que a essa altura, no mesmo período de 2017, apenas 2,7 milhões de infecções haviam sido registradas por mineradores de criptomoedas, mostrando que este tipo de ataque está crescendo de forma rápida. O salto registrado foi de mais de 83% em um ano.

No caso específico dos dispositivos móveis, como celulares e tablets, o aumento nas infecções é bastante preocupante, de modo que o número chegou a aumentar em mais de cinco vezes. Em 2017, foram verificados apenas 1.986 aparelhos afetados, enquanto em 2018 esse número chegou a 10.242.

Essa “popularização” dos mineradores indesejados de criptomoedas foi tão forte que a ameaça tomou a liderança como a principal ameaça do mundo, tomando o lugar dos ransomwares, que dominavam o mercado de malwares com folga em 2017. Boa parte disso se deve à instalação e uso de softwares não-licenciados, como apps pirateados, nota a Kaspersky.

“A correlação é clara: quanto mais fácil é distribuir software não licenciado, mais incidentes de malware para mineração de criptomoedas foram detectados. Resumindo, atividades que normalmente não são consideradas perigosas, como o download e a instalação de software questionável, sustenta o que, possivelmente, é a maior história de ciberameaça deste ano: o crescimento da mineração mal-intencionada de criptomoedas”, afirma Evgeny Lopatin, especialista em segurança da Kaspersky Lab.